segunda-feira, 26 de agosto de 2013

AMAPÁ. O Brasil AINDA


AMAPÁ. O Brasil AINDA começa aqui!

Embora, alguns AINDA insistam em ignorar o Estado do Amapá, ELE EXISTE. O Amapá é um dos mais novos membros a integrar as unidades federativas do Brasil.

ONDE FICA?
Se olharmos atentamente o mapa do Brasil, logo perceberemos que o AMAPÁ está situado a nordeste da região Norte, limitando-se a oeste e sul com o Pará, a norte com a Guiana Francesa, a leste com o Oceano Atlântico e a noroeste com o Suriname.



                                                                            Foto: IBGE/AP



QUAL A CAPITAL DO AMAPÁ?

MACAPÁ, a cidade mais populosa é a capital do Estado. 


Vista aérea de Macapá.
                                                          
                                                  

Seguida por Santana, 




                                         Imagem de Nossa Senhora de Sant'Ana, padroeira do Município de Santana


Laranjal do Jari e 




                                    Praça no Centro de Laranjal do Jari. Monumento representa o Castanheiro.


Ferreira Gomes,      





    Porto Grande, 





Serra do Navio, 











Pedra Branca do Amapari, 






Tartarugalzinho, 









Pracuuba,  

Amapá, Calçoene, Mazagão, Vitória do Jari, Cutias do Araguari e Itaubal do Piririm são os demais municípios do Estado do Amapá.
A maré que faz encher e vazar, o Rio Amazonas, em frente a capital Macapá, é a grande responsável pela beleza dos fins de tarde na orla da cidade.
Macapá é cortada pela linha imaginária do Equador. Um complexo turístico-cultural, existente ali, dá destaque ao Marco Zero, um obelisco de 30mts de altura com abertura no alto, que proporciona a visão de feixes de luzes do sol nos Equinócios, nos meses de março e setembro, ao Estádio Zerão, cuja linha do meio de campo coincide com a linha do Equador, e faz com que cada time jogue em hemisférios diferentes, à Cidade do Samba e ao Sambódromo, que fazem do carnaval de Macapá, o quarto melhor do país.

E O NOSSO ECOSSISTEMA?

Chico Mendes onde quer que esteja, ao pensar no Amapá, sente-se feliz. Afinal, o Amapá, é o estado mais preservado do Brasil, com 72% dos seus 14,3 milhões de hectares destinados a Unidades de Conservação e Terras Indígenas.
As futuras gerações agradecerão, pois o Amapá é o único estado brasileiro, a destinar um percentual significativo de suas terras para a preservação ambiental. O equivalente em termos absolutos, ao tamanho de Portugal.
Cada viagem que fazemos ao interior do Amapá percebe-se a variação de ecossistemas que nos cercam. Desde as formações de mangue à floresta tropical densa, passando por campos inundáveis e cerrados.

NOSSOS RIOS?
Ah, nossos rios, são cada um mais caudaloso que o outro!
O Amazonas, o Jari, o Rio Oiapoque, o Araguari, o Calçoene e o Maracá.

NOSSO POVO?

É uma miscelânea de gente vinda de várias paragens. Da Guiana Francesa, de Minas, de Goiás, do Pará, Paraná, Ceará, Piauí e Maranhão.

NOSSA ECONOMIA

Apesar do desenvolvimento de setores econômicos e de serviços no Estado, à política do Contra Cheque é muito presente.
Grandes partes dos amapaenses mantêm-se presos ainda, a conquista de um emprego na administração pública. Até quando? Só Deus, sabe.

NOSSA CULINÁRIA

A riqueza de nossos rios, proporciona aos que nos visitam o degustar nos diversos restaurantes localizados na Orla de Macapá, uma variedade muito grande de pratos feito por chefs renomados com o nosso filhote, dourada, tambaqui, tucunaré e pirarucu, peixes fartos na região.





quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Conhecendo o BORA LÁ?


Conhecendo o   BORA LÁ?

Quem sou eu.

Hoje, 22 de agosto de 2013, completo 52 anos de muita história. 52 anos, bem vividos. Cheio de altos e baixos, mas, como uma leonina, mais altos que baixos, é claro.

Divido meu tempo com a família, com os amigos que convivem pertinho de mim e com alguns que acabo arranjando nas minhas viagens. 

Na divisão desse tempo, quer seja com a família, com os amigos de pertinho ou com os amigos encontrados nas esquinas por onde passo, acrescento incondicionalmente  uma boa música e MUITAS  CERVEJAS GELADAS. De vez em quando, uma CACHACINHA, afinal, minhas raízes estão lá pelas bandas do nordeste-região da cana de açúcar. O meu sobrenome ALVES vem das bandas do Ceará.

Sou Pedagoga, Contadora e quase Bacharel em Direito- Falta só a Monografia, pode? Fiz diversas especializações, umas de interesse puramente pessoal, outras por necessidade profissional. Logo, vocês poderiam dizer: A paixão da MIRIAM é estudar!

Foi sim. Estudar, já foi minha paixão nº 01. Mas, atualmente é página quase que virada, se não fossem, os meus amigos LIVROS companheiros permanentes nas viagens.

Hoje minha paixão, além de uma boa CERVEJA é VIAJAR. Viajar em todos os sentidos que a língua portuguesa me permitir e que os senhores (as) venham a pensar.

Mário Quintana dizia que: “Viajar é mudar a roupa da alma” , portanto, a minha vive trocando de roupa.

Aqui peço licença aos senhores.  Abrirei um parêntese para explicar o porquê dessa nova paixão.
Lá pelos idos dos anos 80 quando ingressei no quadro de servidores do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal-IBDF- atual IBAMA, as VIAGENS passaram por DEVER de OFÍCIO a fazer parte da minha vida.

Naquela época compondo equipes de campo com companheiros de trabalho do IBDF, partíamos em direção às comunidades do Bailique, da região do Pacuí, do Maruanum, Mazagão, das Ilhas do Pará, do Vale do Jari e tantas outras, levando na bagagem minha VELHA máquina de datilografia (eu era a datilógrafa Nº 01 do órgão) com a missão de expedirmos as velhas autorizações de desmate nas próprias comunidades. Alguém lembra?  (rsrrr) Claro que não! Só eu, por ter memória de elefante.

Depois, veio a Chefia de Gabinete do Vereador/AMIGO Enélio Leite (já falecido), na Câmara de Vereadores de Macapá. Neste período, a frequência das viagens ao interior da Capital AUMENTAVA na mesma intensidade que o MEU AMOR, pelos nossos lugares, pelo povo humilde do interior, pelas mesas fartas, que me faziam e continuam a me fazer, sentir-me mais gorda, quando da volta pra casa.
Ainda na década de 90, e uma breve passagem, pelos Departamentos da Secretaria de Estado da Educação abriram as portas do Amapá para meu deleito.

Penso ser uma das poucas a conhecer cada pedacinho do meu AMAPÁ. E por conhecer tudo, ou quase tudo, sobre meu Estado, resolvi sair mundo a fora pra VIVER com mais INTENSIDADE o TEMPO que terei por aqui. Afinal, aos CURIOSOS da VIDA ALHEIA de PLANTÃO, estou concluindo o usufruto de minhas licenças especiais para a TÃO SONHADA APOSENTADORIA. Logo, terei que ter uma OCUPAÇÃO que me dê prazer, porque a arte de engolir sapos, de andar pisando em ovos, isso tudo, faz parte do passado.

A pressa em conhecer, novos lugares, novas pessoas, novos hábitos, é tamanha, que nem bem acabo de chegar de uma viagem e já me vem na cabeça às próximas.  A mala, quase sempre, vive pronta. Ou quando não está pronta, em frações de minutos ela se arruma. Atualmente estou cadastrada em inúmeras agências de viagens, que me informam tão logo apareçam as BENDITAS promoções de passagens.

Sempre que sou questionada sobre qual a melhor viagem da minha vida, respondo sem pensar: A que está por VIR!

Nos meses de dezembro, janeiro e julho- período que as Companhias Aéreas SALGAM a SANTA CEIA, triplicando, ás vezes, os preços das passagens, eu aproveito para REFAZER minhas ANDANÇAS pelo Amapá (meu roteiro preferido).

Nos demais meses, viajo MUNDO afora, conhecendo lugares e pessoas.

Hoje, dia do meu aniversário, resolvi PEDIR presente e presentear meus amigos com o lançamento do Blog BORA LÁ?

O pedir presente, funciona assim: Se você for a minha página do face me felicitar pelo aniversário, faça-me uma visita ao Blog BORA LÁ?

O dar presente, é o assumir compromisso de dividir os momentos de minhas viagens, com todos aqueles que como eu, vivem com os pés na estrada, ou planejam  botá-los, depois de um ano de muito trabalho.

No BORA LÁ, você encontrará dicas de viagens, de hospedagem, pontos turísticos a visitar, contatos locais, sugestões/recomendações do que levar na bagagem e outras coisitas mais.

BORA LÁ?